Planejamento patrimonial trata do que há de mais íntimo numa família — o dinheiro, a empresa, os afetos e o futuro dos filhos. Por isso conduzimos cada caso com método claro, visão multidisciplinar e o sigilo de quem entende a delicadeza do assunto.
Não entregamos apenas um parecer. Conduzimos o plano da primeira conversa até o último registro — e seguimos ao seu lado.
Mapeamos bens, dívidas, regime de bens, composição familiar, riscos e objetivos — no Brasil e no exterior. Entender vem antes de propor.
Desenhamos a estrutura sob medida e a discutimos com a família em reuniões dedicadas, alinhando legado, controle e tributos.
Constituímos holdings, redigimos instrumentos sucessórios, acordos e governança — sempre com propósito negocial real e documentação sólida.
Levamos à prática: registros, doações, integralizações, regularizações e a coordenação com contadores e instituições financeiras.
Revisamos o plano diante de cada mudança na lei, na família e no patrimônio. Um plano vivo, que acompanha o ciclo da vida.
Quem nos procura confia informações que poucos da própria família conhecem. Tratamos cada relação com o sigilo profissional da advocacia e protocolos de confidencialidade que atravessam toda a equipe.
Mais do que isso: estruturamos o patrimônio de modo a reduzir a sua exposição pública desnecessária — porque, para uma família de patrimônio relevante, privacidade também é segurança.
Tudo o que nos é confiado é protegido pelo dever de sigilo da advocacia.
Estruturas que reduzem a rastreabilidade pública do seu patrimônio.
Cada caso é conduzido por uma equipe enxuta e sob supervisão dos sócios.
Dados tratados com base legal, segurança e finalidade definida.
Família, societário, tributário e imobiliário sob um só teto. Patrimônio não se resolve em pedaços — e sim numa conversa só.
Mais de duas décadas estruturando holdings, conduzindo M&A e defendendo grupos econômicos. Maturidade, não improviso.
FGV, PUC, INSPER, Harvard Law. A mesma exigência acadêmica que um patrimônio relevante merece em quem o orienta.
Operações cross-border e Italian Desk dedicado ao eixo Brasil–Itália, para famílias e patrimônios além da fronteira.
Vamos da definição da estrutura até a plena execução. O plano só vale quando está, de fato, de pé.
Produção intelectual recorrente sobre holding e reforma tributária. Quem orienta o seu patrimônio estuda e escreve sobre ele.
A sobreposição de mudanças tributárias entre 2023 e 2026 criou uma janela rara: estruturar agora, sob as regras de transição, tende a custar menos do que esperar. Conhecer o calendário é o primeiro passo para agir a tempo.
Cada situação deve ser avaliada individualmente. As referências abaixo são informativas e não substituem a análise do caso concreto.
A reforma tornou a progressividade do imposto de herança e doação uma exigência constitucional para todos os estados. A regra, porém, não é autoaplicável — depende de lei estadual. Em São Paulo ainda vale a alíquota fixa de 4%, com projetos em tramitação para escaloná-la até 8%.
Fim do diferimento: lucros de offshore tributados anualmente, trusts em regime de transparência e come-cotas semestral nos fundos exclusivos. Estruturas internacionais "esquecidas" passaram a ter custo recorrente.
Encerrou quase três décadas de isenção de dividendos e criou a tributação mínima da alta renda (IRPFM). A renda líquida de muitos sócios caiu a partir de 2026 — exigindo repensar a forma de distribuição.
Fixou regras nacionais do ITCMD — base de cálculo a valor de mercado (inclusive de cotas) e soma das doações sucessivas para a progressividade —, que ainda dependem de lei estadual e da anterioridade para valer. Enquanto os estados não as implementam, há uma janela de planejamento que tende a se estreitar.
O STF reconheceu a omissão do Congresso quanto ao IGF (ADO 55, nov/2025), mas não fixou prazo para legislar. Tramita o PLP 05/2026, que propõe alíquotas de 1% a 3% ao ano sobre patrimônios acima de R$ 10 milhões — um imposto recorrente sobre o estoque, não sobre a renda. Ainda sem lei aprovada nem data.
Usamos inteligência artificial e automação para organizar documentos, acompanhar prazos legais, monitorar mudanças de legislação e jurisprudência e dar agilidade aos nossos procedimentos internos. Isso libera os advogados para o que importa: pensar a sua estratégia. A decisão sobre o seu patrimônio é sempre tomada por gente — sócios e especialistas — com dados sensíveis tratados com segurança e confidencialidade.
A primeira conversa é reservada, sem compromisso, e já lhe dá clareza sobre as prioridades.
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